O castelo dos destinos cruzados...

Tolices da mente de dois amantes por aqui será encontrado..

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Como prometido...

- Não sei... Ele apenas, Saiu.

Ao falar isso Janne caiu de joelhos e começou a chorar.

  • Mãe o que esta acontecendo? Fale algo!

Os pedidos dela não fizeram efeito, Janne continuou ali no chão, de joelhos, chorando, impotente. Franci viu que precisava fazer algo, foi nesse momento que Janne percebeu como sua filha era madura, forte.

  • Oh meu Deus, os anos passaram e eu não percebi, mas agora nossa Franci, nossa pequena Franci, já era uma mulher. Quanta coisa eu ainda não havia percebido? - Pensa Janne.

Franci com um pouco de esforço consegue carregar sua mãe até seu quarto, onde a deita, ela precisava fazer algo por sua mãe, e sabia disso, e a primeira coisa que veio a sua cabeça foi ligar para seu pai.

- Vai qual é mesmo o número... 9925... não não, 98253121, isso!

Ela pega o telefone e disca o número.

'- Cliente não disponível no momen...'

  • Droga! - Fala Franci jogando violentamente o telefone em cima da cama.

Ela não sabia mais o que fazer, a única coisa que vem a sua mente foi fazer sua mãe dormir. Foi até o banheiro e abriu a caixinha de remédios como costumavam chamar uma pequena caixa de madeira que Jack pregou no banheiro.

  • Calmante... calmante.

Fala Franci passando os olhos por vários remédios que tinham la.

  • Ah perfeito.

Finaliza Franci vendo que não tinha nenhum calmante la. Felizmente ao voltar para o quarto ela repara que sua mãe tinha adormecido sem ajuda dos remédios.

  • Nossa você está fedendo Francielle.

Ela pensa alto. Se dirigi para seu quarto onde ao escolher uma roupa para se trocar após o banho começa a pensar no que havia ocorrido a poucos instantes. Ela sabia que seu pai não gostava de sair de casa, com exceção das sexta-feiras. Mas no momento ela não queria pensar em nada, pegou uma roupa qualquer e foi em direção ao banheiro. Ao passar pelo corredor um barulho a fez parar.

  • Mãe?

Não obteve resposta.

  • Quem esta ai?

Novamente não obteve resposta. Começou a andar na direção do quarto de sua mãe, que era de onde o barulho tinha vindo.

  • Estou avisando, eu não estou sozinha em casa.

A porta do quarto de sua mãe estava entreaberta, ela lentamente a abre, e repara que está tudo bem, não havia ninguém no quarto, apenas o copo d'água que ficava ao lado da cama, estava no chão, provavelmente sua mãe havia batido com o braço enquanto dormia.

  • Isso realmente mecheu com você Francielle Bronks.

Pensou ela em voz alta. Após levantar o copo do chão, ela finalmente foi tomar seu banho. Somente após se despir ela reparou como estava fazendo frio, o vento gélido da noite de Julho batia na janela, produzindo um som estranho, ela nunca entendeu, mas aquele som sempre a acalmou, lhe dava uma sensação de leveza, como se aquele momento fosse somente dela, onde o vento produzia aquele belo recital, e o mundo parava. Ela ficou um bom tempo apenas ouvindo o barulho do vento batendo na janela, até que uma fina chuva começou a cair, e ela foi obrigada a fechá-la.

  • O mundo não parou para você ouvir o vento.

Exclama ela ao fechar janela.

Ao entrar no box ela pisa em uma poça d'água e escorrega, felizmente ela consegue se segurar evitando uma queda, que poderia ter feito bons estragos, o mundo então começa a girar e ela se vê há com sete anos, no seu primeiro dia de aula.

- Vamos, pode entrar, nos prometemos estar te esperando aqui quando você sair.

Franci como qualquer criança nos seus sete anos de idade temia o primeiro dia de aula, era um medo estranho, um medo que os pais possam simplesmente desaparecer após se entrar na escola.

  • Não pai, por favor!

  • Vamos querida. Você vai conhecer novos amiguinhos, vai brincar muito.

Franci olha para escola e ve muitas crianças correndo, felizes, e pensa que talvez aquilo não possa ser uma idéia tão ruim.

  • Vocês prometem me esperarem aqui?

  • Claro! Eu e a mamãe prometemos estar aqui nesse mesmo lugar quando você sair ao acabar a aula.

  • Está bem. Eu vou.

Franci beija-os, pega sua mochila e começa a andar na direção da escola.

  • Tchau! - Grita os dois quase em um coro.

Pouco antes de entrar no portão ela sente um sentimento de solidão, larga sua mochila e corre de volta para eles, e seu pai a recebe com um grande abraço. Ela se sente reconfortada e fala em seu ouvido:

- Tchau não... Até mais!”

sábado, 11 de agosto de 2007

Bebê obeso tira RG e CPF em Porto Seguro

O bebê Mateus de Souza, de 1 ano e 8 meses e 24 quilos, passou a manhã tirando o
RG, em Porto Seguro, na Bahia. A Mãe dele, Aline Araújo, de 27 anos, o levou
para tirar o CPF na tarde desta sexta-feira (10).


Fonte: G1




E eu fiquei 5 meses na briga pra tirar meu CPF...

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sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Sexta-Feira, produtividade a mil...

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O lado negro da Google

Quando o monitor está todo branco (uma página do Word, por exemplo), o computador consome cerca de 74 watts. Quando está todo preto, utiliza, em média, 59 watts. Partindo deste princípio, há alguns meses atrás, Mark Ontkush escreveu um artigo sobre a economia que poderia ser feita se a página do Google possuísse um fundo preto em vez de branco. Levando em conta a altíssima popularidade do site, seriam economizados, segundo os cálculos de Mark, cerca de 750 megawatts/hora por ano. Em resposta ao post, o Google criou uma versão toda escura do seu search engine chamada Blackle.com, que funciona exactamente igual à versão original mas consome menos energia.

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Morre menina espanhola baleada pelo próprio pai

A menina de um ano e meio de idade que estava em situação crítica desde terça-feira (7), quando o pai, de origem dominicana, deu um tiro em sua cabeça, morreu esta madrugada no hospital 12 de Outubro, em Madri, informaram à EFE fontes médicas.

O crime aconteceu na tarde de terça-feira, no Parque de Lazer de Torrejón de Ardoz, em Madri. A menina estava no local com seus pais, a espanhola Yolanda M. e o dominicano Roberto Martínez Muñoz.

O homem, durante uma discussão com a mãe da menina, sua ex-companheira, sacou uma pistola e atirou na nuca da filha.

A mulher pegou a menina e saiu correndo em busca de ajuda, enquanto o homem se matava com um tiro na têmpora.

O pai, de 29 anos, nascido na República Dominicana e naturalizado espanhol, tinha desde maio uma ordem de afastamento da mãe da menina. Mas, segundo disseram à EFE vizinhos do casal, os dois ignoravam a norma.
Fonte: G1

E o dia dos pais esta quase ai...

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quinta-feira, 9 de agosto de 2007

O retorno do Jedi

Antes de ontem eu não puder ir trabalhar, graças a uma forte dor de dente, motivo pela qual também as postagens ficaram paradas, já ontem eu fiquei atolado de serviço e não tive o tempo necessário para postar. É interessante alguns fatos que ocorrem quando voce pega ônibus, já outros como uma senhora do seu lado tirando meléca e guardando na bolsa nao são nem um poucos, estes dias atrás, segunda se não me engano, na volta do serviço ônibus lotado como sempre eu em pé reparo em um homem, na "vigoridade" de seus 50 anos já me olhando a viagem toda. Eu já pensando comigo - Porra de velho viado, vira pra la! - e assim foi nos 20 minutos de viagem, graças a uma janela aberta meu cabelo tava que é ua maravilha, eu comigo, chegando no terminal eu vo no banheiro e arrumo.. Chegando esperando todo mundo descer reparo denovo que o velhinho viado continuava me incarando olhando pra minha mochila... Tudo bem desci e comecei a me dirigir para o banheiro, tendo reparado que o velhinho ia indo na minha frente por coencidencia, pouco depois ele vira pra tras e me ve, e do nada cai no desespero ai sai correndo pra dentro do banheiro, ou pelo menos eu achava isso, eu so vi ele abrindo a porta e olhando pra mim, eu: Porra tao de sacanagem, ai passei direto do banheiro do qual eu nao queria mais ver aquele velho , do a volta no barzinho e volto para ir para o outro terminal do qual pego outro onibus para ir, volta do balão no barzinho eu passo pelo banheiro e vejo o velhinho saindo do banheiro(isso 5 segundos depois dele supostamente entrar)...
Nao quis mais saber de cabelo nem nada, fui embora e nunca mais vi o velho louco, agora fico na curiosidade, o porque do velho fazer isso?
Nao sei e acho que nunca vou saber...

Bom é isso, aperto um pouc o serviço aqui, então vou la, um abraço a todos!

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

A muito venho querendo escrever um livro... Já fiz vários começos, mas não passei disso... Enfim que agora voltei a fazer o mesmo, recapitulando umas 5 páginas de um início que eu tinha guardado, a idéia em si para mim sempre me pareceu boa, contando sempre com a fundamental ajuda de minha namorada nas partes de 'teste de público'...
Não tenho uma base da qual eu possa msotrar ainda, então resolvi postar um outro começo que tenho aqui, do qual é um que gosto muito, que mais pra frente quem sabe...
Então ai esta, se possível, comentários e críticas seriam de grande valia.
Vou postar uma página por semana, até o final, tenho no total 6 páginas desta história.

Espero que gostem, abraços.

A vila

Capítulo 1 - Jack


Janne e Jack estavam casados há dezessete anos, passaram por muitas dificuldades, entre elas, sua filha Francielle, 'a nossa Franci' como eles costumam chamar , que nasceu de sete meses e falta de oxigenação na hora do parto, corria o risco dela ficar com fortes seqüelas pelo ocorrido, mas felizmente um ano após seu nascimento conseguiram cura-la, e hoje ela está ai, uma linda adolescente de 16 anos. Compraram uma casa própria depois de 10 anos de casados, não era um casarão, nem em um dos melhores bairros da cidade, mas era deles, e eles poderiam arrumar do jeitinho deles, e assim fizeram. E agora há pouco mais de dois meses ele foi promovido, estavam finalmente tendo a vida de seus sonhos. Até o dia em que aquela carta chegou, aquela maldita carta.

- Mas que merda Jack, você não pode simplesmente sair no meio da noite e ir atrás de uma carta que nem remetente tem.

Essa discussão tinha começado após Jack ter chego do serviço e visto que uma carta chegou para ele, ao lê-la ele mudou completamente. Em todos esses anos de casados ela nunca tinha visto um olhar daquele nele, distante, frio, e tinha algo mais que estava a perturbando, ela no momento não quis aceitar, mas sabia o que era.. ela via a Morte por através de seus olhos. Ele enlouqueceu ao ler aquela carta, disse que sua mãe estava doente, e que precisava visitá-la urgente. Mas no fundo ela também sabia que aquilo era mentira.

- Olha, eu preciso ir ta bom? Eu te amo, você sabe como eu te amo, mas eu preciso fazer isso, por favor, apenas aceite.

Ele fala já se dirigindo para um pequeno bidê perto da porta, onde deixava todos os dias a chave do carro após chegar do serviço. Pouco antes dele sair Janne, em um ultimo ato de desespero para impedir sua saída, pergunta:

- Como você pode ter certeza que é mesmo sua mãe?

Ela sabia que ele não suportava falar em sua mãe genética, tentou muitas vezes conversar com ele sobre isso, tentar encontrar sua mãe, pelo menos ela acha que era esse o sonho de todo órfão, mas o dele parecia que não, na última vez que ela o tentou convencer ele mudou bruscamente o tom de sua voz e pediu para que ela nunca mais tocasse no assunto. E assim foi, até aquele momento.

Ele para no vão da porta entreaberta e se vira para Janne:

- Eu tenho.

E saiu então, e ela ficou ali, parada, tentando entender o que tinha acontecido nas ultimas duas horas desde que meu marido tinha chego do serviço. E assim ficou, até que a batida da porta da chegada de sua filha da escola a despertou, quase que igual a uma hipnose, quando o Doutor conta até três e estala os dedos.

- Mãe?

- Ahn? Ah sim, é você.
- O que aconteceu, o que você estava fazendo ai parada?

Fala Franci começando a retirar os tênis e jogar a mochila no canto ao lado da porta como era rotineiro fazer.

Foi nesse momento que Janne pensou sobre sua vida nos últimos anos, e sobre uma rotina que havia sido imposta por eles mesmo. Sendo quebrada apenas as Sexta-feiras, que era o dia em que Jack frequentava um bar que ficava próximo a sua empresa. E assim foi, ano após ano. Talvez a vida perfeita que Janne havia criado, era vivido apenas por ela mesma. Ela não havia parado para pensar o que Franci e Jack estavam sentindo. E no final das contas talvez aquela 'vida dos sonhos' fosse uma mera rotina que Janne se acostumara.

- Mãe? Mãe? Pai venha ajudar aqui. Mãe acorde.

E novamente Janne parecia ter acordado de uma Hipnose, e repentinamente ela falou em uma voz quase que chorada:

- Seu pai foi viajar.

- O que? Para onde ele foi?